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Dra. Daniela Levy:
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Quando uma criança é portadora de uma incapacidade física ou de
aprendizado, ou talvez ambas, muitos países tentam oferecer um estímulo
educacional extra. Na Inglaterra, em conjunto com os pais e com o conselho
de uma equipe multidisciplinar, é feito um dossiê das necessidades da
criança, se a escola que ela freqüenta não parece estar oferecendo
condições apropriadas.
Embora as avaliações da criança geralmente sejam feitas a pedido do
psicólogo ou diretor, os pais também podem requerer uma avaliação.
As opiniões oscilam entre achar que crianças com deficiências
desenvolvem-se melhor em escolas integradas ou em escolas especiais. Às
vezes, uma escola diz-se integrada, mas a criança portadora de
deficiência permanece ao largo, num canto e sem receber muita atenção,
enquanto a escola especial teria adiantado muito mais. Há vezes em que a
criança pode conviver os primeiros anos em uma escola comum, mas começa
a mostrar desconforto ou fracasso mais tarde. Isto sempre ocorre em tempos
de transição. Por exemplo, do maternal à alfabetização, do primeiro
ao segundo grau, quando os estresses e desconfortos de um currículo mais
exigente ou um ambiente maior, com muito mais coisas a serem lembradas, se
tornam demais para se controlar.
Os psicólogos educacionais fazem parte de uma equipe que são
freqüentemente convocados para avaliar as necessidades das crianças que
podem precisar de cuidado e consideração especial na escola. O
psicólogo procura avalia-las fazendo uso de testes cognitivos. A
avaliação inclui a habilidade delas em aprender várias coisas e de
vários modos.
Além disso, o psicólogo também procura apurar se a criança pode ter
quaisquer ansiedades ou conflitos que possam obstruir sua habilidade de
aprender. Freqüentemente, isto é feito com testes projetivos, tais como
desenhar e contar estórias, onde as crianças possam expressar seus medos
e problemas.
Os pais sabem quando seu filho está bem inserido ou não no ambiente da
escola. Havendo dúvidas, deve-se procurar marcar reuniões inicialmente
com o professor da turma e, depois então, com o diretor ou com o
psicólogo educacional.
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Daniela Levy - Psicologia Infantil
(CRP: 06/58195-8)

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