Dra. Daniela Levy (CRP 06/58195-8)
Pós-Graduada (Latu Senso) em Psicologia Clínica Hospitalar pelo
Instituto do Coração - InCor do HC-FMUSP


e-mail: danlevy@bol.com.br




DEPRESSÃO INFANTIL


A depressão que sempre pareceu um mal exclusivo 
dos adultos afeta cerca de 2% das crianças
e 5% dos adolescentes do mundo.



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O diagnóstico de depressão é mais difícil nas crianças, pois os sintomas podem ser confundidos com birra ou falta de educação, mau humor, tristeza e agressividade. O que diferencia a depressão das tristezas do dia-a-dia é a intensidade, a persistência e o comprometimento das atividades normais.

Nas crianças a depressão costuma manifestar-se a partir de uma situação traumática, como separação dos pais ou a morte de uma pessoa querida. A doença combina fatores biológicos, psicológicos, sociológicos e ambientais.

Existem alguns sintomas que são comuns na depressão infantil, como:

  • Dificuldade de se afastar da mãe
  • Angústia
  • Pessimismo
  • Irritabilidade, agressividade
  • Problemas para se alimentar
  • Tronco arqueado
  • Incapacidade de sentir prazer
  • Apatia, isolamento social e desinteresse
  • Insônia ou sono excessivo que não satisfaz
  • Desatenção
  • Dores freqüentes
  • Agitação excessiva
  • Baixa auto-estima e sentimento de inferioridade

Ao primeiro sinal de depressão, os pais devem acolher a criança e encaminhá-la a um profissional o mais rápido possível. Na maioria das vezes, o apoio da família e a psicoterapia são suficientes. Somente a partir dos 6 anos de idade, é necessário, em alguns casos, intervir com medicamentos


Daniela Levy - Psicologia Infantil
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