Dra. Lucia Coutinho Porto 
(CRO-SP 23626)
Especialista em Odontopediatria



A BUSCA POR UM SORRISO PERFEITO


É quando a criança atinge seus seis meses de vida que,
normalmente, ocorre o nascimento de seus primeiros dentinhos.


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Nesta ocasião, a atitude mais recomendada é a consulta imediata a um odontopediatra, o profissional mais indicado para responder questões relacionadas à prevenção de cáries, higiene bucal, uso de mamadeira e tópicos deste gênero.

No entanto, como sabemos, a primeira visita ao dentista é sempre um momento delicado na vida da criança e, partindo desse princípio, é fundamental que o odontopediatra organize seu trabalho através de um condicionamento eficiente, que faça com que os pequenos sintam-se seguros e perfeitamente acolhidos dentro do consultório.

O uso da chupeta e/ou a sucção do dedo são hábitos que deverão ser eliminados por volta de dois anos de idade. A alimentação é outro fator para a boa conservação dentária, exigindo-se assim uma dieta alimentar correta, evitando-se alimentos que contenham corantes ou grandes doses de açúcar, consumidos com alta freqüência .

A higiene bucal é fundamental, incluindo-se aí, no mínimo, três escovações ao dia: pela manhã, após o almoço e antes de dormir, sendo a noturna a mais importante.

No caso dos bebês, as mães deverão fazer uma limpeza, duas vezes ao dia, com uma gaze, fralda ou dedeira, embebida em água filtrada ou numa solução prescrita pelo próprio Odontopediatra.

Esta limpeza deverá seguir até os 18 meses de idade ou até a completa erupção dos primeiros molares decíduos, época que deverá ser introduzida a escova dental. Para as crianças até quatro anos, indica-se o uso de cremes dentais sem flúor, pois nesse período é comum a ingestão excessiva da pasta, o que poderá provocar a chamada fluorose dentária.

O flúor aumenta a resistência do dente e diminui o risco de cárie, representando um grande aliado para o odontopediatra, desde que aplicado correta e regularmente.

Entre os métodos preventivos podemos utilizar os selantes, que, quando bem indicados, podem ajudar na redução das cáries. Eles são aplicados nos dentes posteriores que são mais difíceis de ser higienizados.

Um tópico importante que deverá ser observado pela mãe, se refere à respiração da criança. Quando esta se dá pela boca, é necessário um tratamento para que isso possa ser corrigido.

O paciente infantil diagnosticado como um "respirador bucal" pode apresentar características faciais e corporais típicas como desenvolvimento assimétrico dos músculos da face e alteração da arcada dentária, muitas vezes apresentando uma Mordida Cruzada.

Algumas características que podem ser identificadas em um respirador bucal: dormir de boca aberta, roncar à noite, babar no travesseiro, dificuldade para esportes que exijam esforço físico intenso, sonolência e falta de concentração na escola.

Neste caso, a primeira atitude a ser tomada, deverá ser o encaminhamento a um otorrinolaringologista que fará uma avaliação das vias aéreas superiores, isto é, da respiração propriamente dita, pois, para que o odontopediatra inicie um tratamento ortodôntico com sucesso, é de suma importância que a criança esteja respirando normalmente.

Os aparelhos ortodônticos preventivos poderão ser utilizados pelas crianças a partir de seis anos de idade, quando muitas vezes, já nota-se a chamada Mordida Cruzada, decorrente da falta de crescimento da arcada superior e intensificada com a questão da respiração bucal.

O odontopediatra deverá estar sempre atento, avaliando o paciente periodicamente de uma forma global, que inclui, além dos dentes, também sua mastigação, respiração, fala e deglutição.

Em suma, para a obtenção de um sorriso perfeito, o primeiro passo é um exame detalhado feito pelo odontopediatra, que, determinará a necessidade ou não de um tratamento, mesmo que precoce. Esse contato inicial é fundamental, pois é a partir daí que seu filho conseguirá atingir um crescimento harmonioso e um desenvolvimento dentro dos padrões de normalidade.

Matéria publicada em Dezembro 2003,
na revista Cantinho do Bebê edição n 03 Ano I


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