Dra. CLAUDIA PEYRES LÓPEZ
Fonoaudióloga Clínica e Escolar – CRFa. 7698
Membro do Grupo de Saúde Oral Infantil (Associação Paulista de Pediatria)
Especialista em Motricidade Orofacial e em Educação
Mestre pela UNIFESP




RESPIRAÇÃO BUCAL


A fonoaudiologia se preocupa com todos fatores que influenciam
nos hábitos alimentares e orais adequados de uma criança
uma vez que destes fatores dependem o desenvolvimento
adequado da fala e da linguagem de uma criança.


Para saber mais sobre Fonoaudiologia, consulte diretamente a Equipe da Dra. Lucia Coutinho Porto (vide anúncio abaixo)



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AS CRIANÇAS TAMBÉM PODEM APRESENTAR ALTERAÇÕES NA VOZ


A rouquidão é um dos sintomas mais freqüentes de alteração na voz infantil. Ela se manifesta pelo tom grave (voz grossa) e pelo timbre áspero que, muitas vezes, se inicia por um processo gripal e se mantém ao longo do tempo ou por abuso vocal (uso inadequado da voz).

Quando a criança começa a ficar rouca (disfônica) ou sem voz (afônica), e ter outros sintomas associados como: cansaço ao falar, esforço vocal (que leva ao aumento do volume do pescoço), pigarros e tosses secas constantes, a mesma pode estar apresentando disfonia infantil – alteração na voz caracterizada pelo uso indevido e/ou abuso vocal – freqüentemente encontrado nas crianças que gritam muito e/ou falam muito alto. É só observar o comportamento vocal das crianças no recreio escolar e nas atividades físicas.

Outros aspectos associados a disfonia infantil são: fatores físicos (competição sonora na presença de ruído excessivo em casa ou na escola, por exemplo: falar alto na presença da TV em alto volume) e fatores psicológicos (observar a qualidade da relação familiar.

Normalmente as crianças disfônicas podem não se sentir “ouvidas” e querem ganhar o seu espaço através da voz. Outro aspecto importante é a ansiedade. Geralmente as crianças disfônicas são ansiosas e isto pode levar ao aumento da tensão ao falar e prejudicar a voz.

Se seu filho (a) estiver apresentando rouquidão por tempo prolongado, procure ajuda de um especialista.

 

O tratamento é feito por Fonoaudiólogos, com acompanhamento médico otorrinolaringológico e, normalmente, a indicação cirúrgica é rara. Se o problema não for tratado, a rouquidão pode permanecer e a comunicação oral ficar prejudicada.

CLAUDIA PEYRES LÓPEZ
Fonoaudióloga Clínica e Escolar – CRFa. 7698
Membro do Grupo de Saúde Oral Infantil (Associação Paulista de Pediatria)
Especialista em Motricidade Orofacial e em Educação
Mestre pela UNIFESP
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