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Espaço reservado para mães e pais contarem suas estórias, 
suas experiências, seus medos e anseios, suas glórias e alegrias. 
Enfim, um cantinho para podermos dividir os nossos sentimentos.


Mande o seu depoimento para o email: faleconosco@clubedobebe.com.br


UMA VITÓRIA EM MINHA VIDA

Gostaria de ser identificada neste relato como "Ogresa". Tudo começou quando passei a desconfiar que estava grávida. Namorava o Marcus há um ano e pouco e, estava morando com ele pouco mais de três meses... quando descobri que estava grávida e tudo mudou nas nossas vidas... o mundo dele se desmoronou... ele não queria e não aceitava... embora já tivesse um filho de 3 anos de outro relacionamento... começou a me desprezar e me ignorar... não aceitava minha gravidez... as brigas eram constantes... só sabia chorar... eu não queria perder nem minha criança, nem o homem que eu amava... sabia que essa escolha acabaria acontecendo há qualquer momento... não queria imaginar na possibilidade dessa escolha. 

Fomos procurar minha ginecologista para tirar algumas dúvidas... dentre os assuntos o "aborto" era o mais comentado por ele... queria saber as técnicas, métodos e conseqüências... quando minha médica resolveu escutar o coraçãozinho do pequenino ser que crescia dentro de mim... foi um choro só... da médica... dele... e meu... pensei que o amor havia brotado no coração do Marcus... estava enganada... começaram as cobranças pelo aborto... o motivo? Dizia que a criança atrapalharia nossos planos de crescimento profissional e sentimental.

Só que os dias se passaram... minha barriga crescia e a cobrança pelo aborto era maior ainda... ele, me conduziu a uma clínica para que eu fizesse uma "consulta"... foi horrível ouvir as técnicas... corri de lá... Não demorou muito e a família dele descobriu meus dois meses e meio de gravidez... me chamaram de golpista e interesseira... diziam que eu só fiquei grávida por causa do dinheiro da família dele e me colocaram para fora do apartamento em que vivíamos... já que era presente do pai dele para ele... me colocaram na rua com uma criança no ventre como se eu fosse um lixo... juntaram as minhas coisas e mandaram eu me virar... Perdi meu pai de derrame cerebral nesta época devido aborrecimentos comigo em relação à minhas brigas com Marcus... Hoje, moro sozinha... passo a maioria do tempo sofrendo os incômodos da gravidez sozinha... Há algum tempo ele me procurou novamente e voltamos...logo insistiu novamente na história do aborto... até que eu menti para ele dizendo que havia feito... ficou todo feliz... mas... logo contei a verdade... me chamou de mentirosa e estamos brigados à uma semana... não quer mais falar comigo e me ignora...não quer saber do bebê...

Mas...vivo feliz com minha "filhinha" que sei que nascerá com saúde e será muito feliz!!! Já dei o nome dela de MARIA VICTÓRIA"... porque é uma vitória ela estar ainda viva dentro de mim... após tanta insistência de tirá-la... ainda me sinto muito só... triste e choro muito... mas... encontro forças para lutar... sei que nós duas seremos felizes... eu trabalho...sou independente...posso criá-la sozinha...tenho forças...

Mas...peço muito a Deus que toque no coração dele e um dia aceite a "filha" e queira compartilhar da felicidade que ela me trará...pois...com o filho dele ele é só felicidades...
Espero que as mulheres que ficam em dúvida tomem consciência que nada na vida acontece por acaso... nunca deixem de fazerem o que desejam por homem nenhum... nunca aceitem o aborto por imposição de seus companheiros... estou grávida de 5 meses e muito feliz à espera de minha Maria Victória...
Abraços e muita luz à todos...
Ogresa... 



Gestação em idade avançada

Olá, meu nome é Eliza, tenho 42 anos, acabei de conhecer o site Clube do Bebê e estou adorando. Tenho uma filha adulta de 21 anos - Priscila, amiga, companheira, minha luz... e agora, depois de 21 anos, estou grávida novamente... de uma menina - Giovanna. Foi uma surpresa, claro que nessa altura do campeonato, com filha moça, separada, não esperava... mas foi um surpresa bem vinda e estou feliz, curtindo muito o meu bebe... e a irmã, nem se fala... já está babando desde de agora...

Estou tendo de reaprender tudo... e pesquisar sites sobre o assunto está sendo muito útil. Gostaria de uma matéria sobre gestação em idade avançada e dicas sobre ter uma gestação tranquila pois como toda mãe de primeira viagem (claro depois de tanto tempo!!) estou apreensiva e com os riscos que isso possa causar para mim e para o bebe. Parabéns mais uma vez, continuem assim... e desejo muito boa sorte! 
Eliza



Uma surpresa inesperada

Desde quando nos casamos eu e meu marido queríamos muito um bebêzinho,
somente consegui engravidar depois de sete meses de casamento, a expectativa
era muito grande. Quando houve a confirmação da gravidez o céu parecia
soltar fogos o tempo todo de tanta felicidade que estávamos sentindo. Minha
mãe, vovó coruja de primeira viagem, não se cabia em si de tanta emoção e o
mesmo aconteceu com meus sogros.

Minha gravidez foi muito tranquila, minha alimentação muito balanceada, muitos exercícios, conversava muito com meu bebê. Logo na primeira ultrassonografia o médico afirmou ser um meninão e assim consecutivamente, então passei minha gravidez todinha esparando o nosso BRENO, com enxoval comprado e quarto montado (tudo em verde musgo).

Enfim chegou o grande dia, cesárea marcada para 7:20 da manhã do dia 15 de fevereiro de 2002, para nossa surpresa nasce às 8:05 nosso bebê, só que não era o Breno que esperavámos e sim nossa linda BRENDA, com 3,47kilos e 50 centímetros (SURPRESA GERAL), tivemos que trocar o enxoval as pressas (tudo rosa).

Hoje, Brendinha está com 7 meses, linda, rizonha, esperta e é a razão das nossas vidas.
Mamãe coruja Michelle



Mãe de terceira viagem

Meu nome é Daniela e tenho 25 anos, estou grávida pela terceira vez. Tenho uma menina de 5 anos que se chama Wendie, e um menino de 2 anos e meio que se chama Dimitri e estou grávida de 5 meses e ainda não sei se é menina ou menino.
Bom, de início foi meio assustador quando soube da minha terceira gravidez, que não foi planejada e foi bem de surpresa.

Mas hoje estou muito feliz por ter outro filho ou filha, que até quando soube que estava grávida, uma semana depois tive sangramento e tive ameaça de aborto, fiquei trêmula de medo de perder o bebê, e quando fui fazer o ultrassom pra ver se estava tudo bem, eu tremia muito de nervoso...mas ainda bem, o bebê estava salvo...apenas recomendaram repouso.

E é uma delícia sentir o carinho de todos que me rodeiam, como o amor de meu marido e de meus dois filhos, que mal esperam a hora de poder tocar o bebezinho que está pra chegar.

Ser mãe é um presente divino que Deus nos proporciona, e ele está me presenteando pela terceira vez, e estou feliz com o que Deus me reservou.
Muito obrigada pela atenção.
Daniela Gomes – Jundiaí -SP



SEMPRE HÁ UMA ESPERANÇA

Olá, para todos os papais e mamães que visitam esse site maravilhoso... Meu nome é Cintia, tenho 23 anos, e sou mãe de primeira viagem da Rafaela... Após 2 anos de casados, resolvemos ter nosso bebê: uma gravidez totalmente planejada e acima de tudo, desejada. Rafaela nasceu em trabalho de parto normal, às 2:33 da madrugada em 17 de agosto de 2001, medindo 52 centímetros e pesando 3.770 kg, no Hospital Imaculada Conceição (Santa Casa de Mauá).

Ainda na sala de parto a médica me falou, que Rafaela tinha um problema: pés tortos congênito. A preocupação e o medo tomaram conta de mim, cheguei a pensar que minha filha nunca seria uma criança normal, me falaram sobre cirurgia, tratamentos,... e eu cada vez mais me desesperava. Uma semana depois, após ouvir o diagnóstico do ortopedista, voltei a ter forças para enfrentar mais um desafio. Nesse mesmo dia, Rafaela teve os dois pés engessados e ficou assim por 10 dias. Com um mês ela começou tratamento fisioterápico, cada vez mais sua melhora é visível.

Hoje com 9 meses, já se levanta sozinha, anda segurando nos móveis da casa, engatinha com firmeza e destreza, desde os 6 meses, senta-se, fica de joelhos e bate palmas, tem uma ótima desenvoltura, é inteligente, esperta, ciumenta e geniosa. Está pesando 10,2 kg e tem 74 centímetros de altura.

Ou seja, esse problema não afetou em nada seu desenvolvimento, e as fisioterapias serviram não só para me informar sobre seu pequeno defeito, mas também para me ajudar a entender e a ajudar o desenvolvimento da Rafaela. Nesse momento ela está aqui, do meu lado, em pé, mexendo nos teclados...

Gostaria de observar, que pés tortos congênitos, podem acontecer se na família existiu esse problema, como no meu caso, da parte materna e paterna tenho parentes que tiveram esse problema, e eu também tive e tratei usando botas ortopédicas até 2 anos de idade. Não é caso de preocupação, pois existe tratamento eficaz para esse problema, por meio de fisioterapia, botas ortopédicas, ou se necessário, cirurgia.

Só para gravar, Rafaela significa Deus curou. Quando escolhi esse nome, nunca imaginei que Deus teria de curar algo em minha princesinha, mas eu sei que Ele está curando e cuidando dela. Este, é o nosso depoimento... de amor, carinho, dedicação, luta e com certeza... de vitória!!!

Beijos... Cintia e Rafaela. (04/06/2002)



UMA DUPLA SURPRESA

Meu nome é Suzana e, estou passando pela maravilhosa experiência de ser mãe novamente, eu já tinha um filho do primeiro casamento, hoje com seis anos; e meu marido não queria ter mais um filho, pelo menos por enquanto; pois ele também já tinha uma filha, hoje com oito anos.

Eu sempre quis ter uma família numerosa, e o desejo de dar um irmão para meu filho João Pedro também era grande. De tanto pedir para meu marido que me desse um bebê, ele acabou cedendo e combinamos que eu pararia de tomar as pílulas em dezembro de 2000. No mês de fevereiro de 2001 eu não menstruei mais e, em 08 de março veio a confirmação: teste positivo.

Fiquei muito feliz!!!!!! A gravidez estava muito diferente da primeira e eu muito desconfiada de algo diferente. Com oito semanas de gestação fiz uma ultrassonografia para ver se corria tudo bem e a confirmação de minhas suspeitas: dois fetos. Explodi de alegria, liguei para meu marido dando a notícia e depois para minha mãe perguntando se tinha almoço para quatro: eu, João e os bebês.

A gravidez correu bem, apesar de eu ter trabalhado somente até o quinto mês, quando soube que seriam dois meninos. A cesariana estava marcada para 19 de outubro de 2001, onze dias antes do prazo e, apesar da ansiedade eu conseguiria com certeza pois estava super bem e engodei somente 14 kg.

Mas, para minha tristeza um acidente tirou a vida do meu pai no dia 06 de outubro e, com o choque acabei entrando em trabalho de parto no dia 08 de outubro. Meus bebês nasceram super bem com um pouco mais de dois quilos cada um. O primeiro bebê chama-se Felipe e o segundo Gustavo, são bebês saudáveis, ativos, muito alegres.

A tristeza pela perda prematura do meu pai foi amenizada pela chegada de meus bebês que enchem a casa. Eles são a alegria de nossa casa, para mim que sempre quis uma família grande, para meu marido, que era gemêo também (o outro menino perdeu a vida com meningite aos quatro anos), para minha sogra que revive a experiêcia de ter gemêos em casa; para meu filho que ganhou dois irmãos de uma única vez; enfim para toda nossa família. Somos muito abençoados!!!!!!!!!!



A RAZÃO DO MEU VIVER

Tudo começou com a confirmação da gravidez!!!
Neste momento, me vi desesperada...O que vou fazer?
Mas somente uma certeza em meu pensamento: vou amá-lo muito...
No início, apesar da surpresa e de semanas de choro, tudo estava indo muito bem...
Começaram os enjôos, a sonolência, que sofrimento!

Após o 4º mês, já estava melhor e curtia o crescimento da minha barriga... Conversava muito com meu filho, contava a ele os meu medos e expectativas...e nunca esquecia de dizer o quanto eu o amava... Tudo era motivo para eu chorar, uma poesia, um depoimento, um gesto de carinho... No 7º mês, começou as dores, os inchaços nos pés,e as caïmbras...

Até que um dia senti uma dor insuportável e as lágrimas escorriam sem esforço...
Fui para o hospital e não estava acreditando, meu filho poderia nascer a qualquer momento... Quando fui até o berçário antes de entrar na sala do pré parto, me vi como aquelas mães que choravam, ao ver seus filhos dentro de uma incubadora, tão pequenininhos e indefesos...Senti um medo tão grande...

Mas para minha felicidade, ainda não era a hora, mas deveria ficar em repouso absoluto... Tomei os medicamentos receitados pelo médico, mas o medo continuava...
Era insuportável ficar deitada, sem fazer esforço e muitas vezes sozinha,mas era necessário...

Deus me dava forças... Meu marido me ajudava, na medida do possível... Finalmente se passaram um mês, já não tomava mais nenhum medicamento, mas as dores continuavaM e o repouso também... No final deste mês, já não dormia, mas não sentia dores...

Até que chegou na data tão esperada...Depois de uma cesárea, nasceu o meu lindo bebê Thiago... E hoje ele tem 1 ano e 11 meses, e independente de qualquer dificuldade, vale muito a pena.... Hoje ele é a razão do meu viver, qualquer gesto ou sorriso dele, a cada dia que passa tenho mais certeza da intensidade desse grande amor...
Amem seus filhos!!!!

Obrigada Thiago por voce existir, te amamos muito!!!
Obrigada Alex, por ser um ótimo pai e companheiro...
Obrigada Deus por este presente...

Valéria



PARA MÃES COM CRIANÇAS QUE SOFREM COM REFLUXOS

Meu nome é Simaia e sou mãe de Beatriz de 01 ano e 03 meses. Resolvi contar inha experiência para ajudar a muitas mães que tem filhos com refluxos. Desde o nascimento até os 06 meses, Bia teve refluxo. No Hospital o primeiro susto: quando olhei para o berço ela estava botanto leite pelo nariz, chamei a enfermeira e ela levantou a cabeceira do berço. 

Passados alguns dias, em casa, após ter amamentado dei Bia para minha mãe segurar enquanto fui pegar algo na copa, minha mãe me gritou Bia estava colocando leite pelo nariz e começou a ficar vermelha, roxa. Chupei o nariz dela umas três vezes, não sabia se era certo mas tinha ouvido falar que tinha que fazer isto. Só sei que deu certo no caminho do Hospital ela já havia melhorado. Toda vez que ela saia do meu peito ela vomitava muito, quando eu dava mamadeira vomitava demais. Eu tinha muita pena, sofria por ela e não via a hora disto tudo acabar. O berço era sempre alto e não a deixava dormir no quarto dela sozinha para não se sufocar. Cheguei a fazer exames para ver o grau e se precisaria operar. Mas o médico disse que não, que era só aguardar. 

Quando comecei a dar papinha de frutas aos 03 meses, depois sopinha aos 05 meses, percebi que começou a melhorar pois as mamadas reduziram só para a noite. Apesar de tudo ela nunca perdeu peso, engordava normalmente. Aos 06 meses ela já não vomitava mais. Hoje dou mamadeira até ela deitada que não sai uma gota de leite. Ela é linda e muito fofa. Quem tiver filho com este problema recomendo que vá ao pediatra fazer uma avaliação pois há casos que realmente precisam operar provavelmente ele irá passar um raio x. Se não for um grau elevado é só aguardar pois segundo os pediatras com a introdução dos alimentos sólidos a tendência é melhorar como realmente aconteceu com Bia. Boa sorte.
Simaia Sampaio

 



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